Beijos, abraços, exitação, loucura, alucinação, perda de controle, demência, bizzarrisses, canibalismo.
Coisas que vem de uma ardente lokura apaixonante. Muito quente... Mais muito, muuuitoo fatal.
Abilola, totalmente louca, levava os homens a tal extrema loucura, que eles dissolviam em suas mãos.
Homens abilolados, pirados por Abilola.
Um dia, um homem chegou à delegacia, pálido, fraco e totalmente sem ânimo. Não tinha lágrimas em seu rosto, pois parecia estar seco por dentro.
Ele dizia, ter sido vítima de um roubo. Dizia ter perdido um órgão de seu corpo. Disse que uma pessoa lhe roubou o coração! Parece hilário, mas o homem estava em um estado zumbístico. Olheiras, magro, frio e sem vida. Um homem chocante. O policial, ao seu lado, ficou intrigado e assustado com aquele assunto.
Aquele funcionário da polícia, chamou o homem em uma sala e lá conversaram.
Era noite, uma luz baixa e ali ele falava da sua história ao policial.
__Abilola, Abilola roubou meu coração e vou morrer!
O policial acreditava naquilo, mesmo porque aquela cena estava macabra.
O homem disse ao policial, que Abilola morava perto de sua casa e que ele precisava recuperar seu coração que, com ela estava.
Apesar de achar aquilo absurdo, o homem de farda disse que iria sim, fazer sua obrigação para com a população de seu bairro.
Passou um dia investigando e chegou a casa de Abilola. Uma mulher maravilhosa, "num era…", nossa…, que modelo, mas ela possuía um ar de loucura, que intretia os infeitiçados.
Logo ela chamou o fardado para entrar, o rapaz se sentiu estranho e com desconfiança. Entrou e ela lhe ofereceu água. Estava frio e ele recusou.
Cada minuto dentro daquela casa era uma eternidade, mas parecia prazeroso. Tipo nostálgico, as paredes roxas. Batentes verdes, e luzes amareladas. Um perfume de sândalo amadeirado com peyote.
De repente, o policial começou a secar, tudo isso sem falar uma palavra com Abilola. Ele secava de paixão por ela, e ela indiferente até se assustava vê-lo secar.
Este homem, levantou-se, bambeando, caiu pra trás e bateu as costas em uma estante fechada. A porta da estante se abriu com o impacto. Quando ele virou-se e olhou para dentro da estante...Ele não acreditava! Suas lágrimas escorriam com muita velocidade. Não existia uma sensação pior! Seus olhos estavam como cachoeiras. Aquilo era bizarro!!!
Na estante, estavam guardados, corações. Isso mesmo! CORAÇÕES Humanos. Pulsando, vivos. Aquilo era extremamente absurdo! Ele descobriu que aquele pobre homem, estava falando a verdade.
Mas ele continuava a dissecar. Foi quando ela apareceu, e deu-lhe um bejo quente, rápido, mágico, diferente, estranho, mas bom. Após aquele exesso de nostalgia em explosão no seu corpo mais ou menos definido como ecxito-nostalgia ao extremo!
Quando ela o largou, ele estava semi-morto, sem coração, porém respirando, assim como aquele homem.
Foi aí que ela começou a fazer friamente um ato psicotiko. Andou em direção à prateleira, pegou um coração humano, ainda pulsando, e sem a menor expressão de nada, mordeu o órgão. O sangue escorria por suas mãos e ela apertava aquilo, como se fosse um pedaço de fígado de boi cru! Sem expressão de raiva ou ressentimento, ela continuava a comer e assim devorou uns 7 corações da prateleira. Seu vestido branco, estava quase vermelho de tanto sangue. Sua barriga inchada. Após uns 2 minutos sentada com as pernas abertas, Abilola, faz o ato mais estranho. Colocou suas mãos sobre o ventre redondamente esticado, e apertou soltando uma rajada de vômito, com muito sangue e pedaços de corações humanos. Seus olhos ficaram esbugalhados no momento da explosão. Após isto ela se levantou, imunda, parecendo o demonio.
De repende a porta se abre e aquele homem que tinha ido na delegacia, invade a casa. Começa entrar um uma luta sensual e grotesca com a mulher. Ele avançou e mordeu o seio de Abilola, arrancando um pedaço enorme! Ela HURRAVA de dor, era infernal. Foi quando sua mão foi em direção ao órgão sexual do homem, e com tanta força, a mulher rasgou a calça jeans do coitado, dilacerando sua genitália. O homem entrou em colapso de tamanha a dor, começou a ter uma atitude sobrenatural. Se transformou em uma espécie de roedor e em questão de segundos, o homem estraçalhou o braço de Abilola. Roendo com extrema rapidez, e sangue, mas muito sangue jorrando e os ossos dos braços dela caindo no chão. "Uma cena um pouco fora do normal". E ela teve o mesmo ato de roedora, começando a esmigalhar seu abdômen. Enfim, um inferno carnal!
Os dois se mastigaram até o último pedaço.
Um amor bom, prazeroso, canibal e assassino.
Abilola, que abilolava os homens e que morreu, vítima de um homem abilolado.